Em 1962, o alemão Heinz Stücke, então com 22 anos, trocou o trabalho na fábrica por uma bicicleta e um objetivo: ver o mundo. O que deveria ser uma viagem temporária tornou-se um estilo de vida que durou mais de cinco décadas. Heinz só voltou para casa em 2014.

Foto: Moritz Küstner / Heinz Stücke
A dedicação de Heinz redefiniu os limites da resistência:
Esqueça bikes de carbono ou tecnologia de ponta. Durante 47 anos, Heinz usou uma bicicleta de aço de 25 kg, com apenas 3 marchas. O quadro foi soldado e remendado inúmeras vezes até ser substituído, já no fim da jornada, por uma bike dobrável Brompton.

Foto: Moritz Küstner / Heinz Stücke
Viver na estrada trouxe desafios extremos. Heinz sobreviveu a:
Sem patrocinadores milionários, Heinz financiou sua epopeia vendendo cartões-postais autografados, livretos e fotos das suas viagens. Ao longo do caminho, ele registrou mais de 100 mil fotografias, tornando-se um mestre na arte de viajar com pouco.

Foto: Moritz Küstner / Heinz Stücke
Heinz retornou à Alemanha aos 74 anos, forçado por uma artrose no quadril, mas deixou um legado eterno: a prova de que, com coragem e uma bicicleta, o mundo não tem fronteiras.
Curtiu conhecer a saga do maior cicloviajante do mundo? Heinz é apenas um dos muitos personagens e destinos que exploramos por aqui.